O verão oferece mais que um clima favorável a passeios à praia. Junto com ele cresce a incidência de micoses superficiais que podem afectar a pele, as unhas e os cabelos. Isto ocorre pois, devido ao calor, as pessoas transpiram mais e ficam com a pele húmida por mais tempo, o que proporcio
na condições favoráveis ao desenvolvimento dos fungos. As micoses superficiais, além de causarem desconforto, podem comprometer a aparência das pessoas, pois se caracterizam pelo aparecimento de bolhas, fissuras, escamas e manchas.
No verão, principalmente quando se pensa em praia ou piscina, os cuidados devem ser redobrados, pois quanto mais cedo as micoses forem detectadas e adequadamente tratadas, melhor.
O dermatologista Cláudio Sturion explica que micoses superficiais são infecções causadas por fungos que acometem a pele, as unhas e os cabelos. Os fungos são organismos encontrados em toda parte: plantas, solo e em animais. O contágio ocorre através do contacto directo da pele com superfícies constantemente húmidas que facilitam a proliferação dos fungos, como pisos húmidos de vestiários, piscinas e praias. Os locais preferidos pelos fungos são locais quentes e húmidos, como os espaços entre os dedos, virilha e axilas. Segundo ele, existem vários medicamentos antibióticos, entre eles o Oceral®, da Roche.
Confira as dicas do dermatologista para evitar as micoses: seque-se sempre muito bem após o banho, dando maior atenção às dobras da pele como as axilas, a virilha e os espaços entre os dedos dos pés; evite ficar com roupas molhadas por muito tempo; não ande descalço em pisos constantemente húmidos (vestiários, saunas e lava-pés); use alicates de cutículas e tesouras de unha esterilizados; evite usar calçados fechados; evite roupas quentes, justas e tecidos sintéticos, principalmente nas roupas íntimas. Prefira sempre tecidos leves como o algodão.
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